Eu gosto de pessoas tão bonitas por dentro que chega a transbordar. Aí é beleza que sai pelo sorriso, pelo olhar e pelas palavras doces e gentis que elas não temem em dizer.
Um professor de Filosofia entra na sala de aula, põe a cadeira em cima da mesa e escreve no quadro: “Provem-me que esta cadeira não existe”. Apressadamente, os alunos começam a escrever longas dissertações sobre o assunto. No entanto, um dos alunos escreve apenas duas palavras na folha e entrega-a ao professor. Este, quando a recebe, não pode deixar de sorrir depois de ler: “Que cadeira?”
Eu realmente sou a única pessoa do mundo que consegue enxergar o enorme abismo entre “te amo” e “eu te amo”, “valeu” e “obrigado”, “foi mal” e “desculpa”, “amor” e “meu amor”?